NEBULOSAS
NEBULOSAS: São nuvens
moleculares de hidrogênio, poeira, plasma e outros gases ionizados. São regiões
de constante formação estelar, e isso ocorre quando partes do material que
constitui a nebulosa começa a se aglutinar, formando estrelas e sistemas
planetários, assim como o nosso. Quando parte de uma nebulosa começa a se
aglutinar, a atraça gravitacional se encarrega para completar o processo de
formação de novas estrelas. Este evento é conhecido como "colapso
gravitacional". As nebulosas se encontram no interior de galáxias, no meio
inter-estelar.
NEBULOSAS DE EMISSÃO: São
nuvens de gás com temperatura alta. Os átomos na nuvem são energizados por luz
ultravioleta de uma estrela próxima e emitem radiação quando decaem para
estados de energia mais baixos (luzes de néon brilham praticamente da mesma
maneira). Nebulosas de emissão são geralmente vermelhas, por causa do
hidrogênio, o gás mais comum do Universo e que comumente emite luz vermelha. Um
exemplo de nebulosa de emissão é a nebulosa de Orion (imagem abaixo). Esta
nebulosa encontra-se há 1.800 anos luz do Sol, e é formada por gases que
rodeiam um grupo de estrelas jovens, cujos átomos se excitam com a energia
dessas estrelas.
NEBULOSAS ESCURAS: são nuvens de gás e poeira que impedem quase completamente a luz de
passar por elas, e são identificadas pelo contraste com o céu ao redor delas,
que é sempre mais estrelado ou luminoso. Elas podem estar associadas à regiões
de formação estelar. As maiores nebulosas escuras são visíveis a olho nu, elas
aparecem como caminhos escuros contra o fundo brilhante da Via Láctea. Exemplos
são a Nebulosa Saco de Carvão e a Nebulosa Cabeça de Cavalo (imagem abaixo).
NEBULOSAS DE REFLEXÃO: são nuvens de poeira que simplesmente refletem a
luz de uma estrela ou de estrelas próximas. Nebulosas de reflexão são
geralmente azuis porque a luz azul é espalhada mais facilmente. Nebulosas de
emissão e de reflexão são geralmente vistas juntas e são também chamadas de
nebulosas difusas. Conhecemos cerca de 500 nebulosas de reflexão. Uma das mais
famosas nebulosas de reflexão é a que rodeia as estrelas das Plêiades. Uma
nebulosa de reflexão azul pode também ser vista na mesma área do céu que a
Nebulosa da Trífida. A gigante estrela Antares, que é muito vermelha, é rodeada
por uma grande nebulosa de reflexão vermelha. Na imagem abaixo, veja a Nebulosa
de Reflexão IC2118 (The Witch Head Nebula), na constelação de Eridanus
NEBULOSAS
PLANETÁRIAS: Receberam esse nome de
William Herschel porque quando foram vistas ao telescópio pela primeira vez,
elas se pareciam com um planeta. Posteriormente se descobriu que elas na
verdade não são nuvens moleculares e locais de formação de estrelas, e sim, que
eram causadas por material ejetado de uma estrela central, que pode ter
explodido como uma supernova. Este material é iluminado pela estrela central e
brilha, podendo ser observado um espectro de emissão. A estrela central
normalmente termina como uma anã branca. Ou seja, as nebulosas planetárias são
na verdade, a morte, ou o estágio final de estrelas. Um belo exemplo de
nebulosa planetária é a Nebulosa M57 (Nebulosa do Anel) que se encontra a 2.300
anos-luz de distância, podendo ser vista na constelação de Lira. Veja este
magnífico exemplo de nebulosa planetária na (imagem abaixo).
EDITADO POR LUANA SILVA
E-mail: luaninhasilva20111@hotmail.com
FONTE: GALERIA DO METEORITO





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